Eu sou bela, ó mortais! Como um sonho de pedra,
E meu seio, onde cada um se feriu,
É feito para inspirar ao poeta um amor
Eterno e mudo como a matéria.
Eu me assento no azul como uma esfinge incompreendida;
Eu uno um coração de neve á brancura dos cisnes;
Eu odeio o movimento que desloca as linhas,
E jamais me dou ao choro, jamais ao riso."
Les Fleurs du mal,"la beauté".
Adriano, que tbm entende de literatura e de control C e control V =D
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